quarta-feira, janeiro 17, 2007

sob(re) a terra sobram-nos os ossos


alentejo/2005

no olhar sobre a paisagem nunca senti tão agudamente a devastação do tempo
nem me foi tão real a dimensão efémera do homem

2 comentários:

francisco carvalho disse...

creio não tê-lo dito ainda: saúdo o teu regresso.
e louvo.
louvo este discreto reino da invisibilidade das coisas.
esta casa de tão secretas e sensíveis coisas...

pasárgada disse...

oh francisco ....... quem doa assim como tu só pode ser verdadeiramente singular. obrigada.