Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

sob(re) a terra sobram-nos os ossos


alentejo/2005

no olhar sobre a paisagem nunca senti tão agudamente a devastação do tempo
nem me foi tão real a dimensão efémera do homem

2 Comments:

At 01:14, Blogger francisco carvalho said...

creio não tê-lo dito ainda: saúdo o teu regresso.
e louvo.
louvo este discreto reino da invisibilidade das coisas.
esta casa de tão secretas e sensíveis coisas...

 
At 23:33, Blogger pasárgada said...

oh francisco ....... quem doa assim como tu só pode ser verdadeiramente singular. obrigada.

 

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